Mudamos de endereço!

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Olá, muito obrigado por você ter acessado o nosso blog nesses dois últimos meses, mas o blog precisava de algo novo, nome diferente, algo que poucos pensassem nisso, foi assim que cheguei numa idéia…

Afinal, qual é a página que marcou sua vida? Já reparou que todos os livros que lemos sempre começa a ficar intererssante – ou passa a fazer algum sentido – a partir da sétima página? ou aquela novela que você tanto gostou – ou gosta – de assistir? Você só passa a querer acompanhar direito o enredo a partir do sétimo capítulo. Antes de novela ser uma novela era antes um livro.

Por isso queria fazer um blog de pensamentos mas que não levasse o meu nome no endereço, e sim algo que fosse marcante na vida de todos, por isso o blog passa a se chamar “PÁGINA 7“.

Diversas vezes algo que foi escrito aqui – não somente por mim – ajudou alguém ou mudou o jeito de pensar de alguma pessoa, são vários os motivos que levam a troca de endereço e de nome, mas com a mesma essência que é estimular você leitor a observar a vida de uma forma diferente e o blog continua com a mesma proposta: ser um Espaço para Pensar e Refletir.

Por mais que os posts antigos estejam também no novo blog, decidi deixar uma cópia no antigo endereço para que os links já salvos na Página do Facebook não quebrem, repostar tudo levaria semanas.

O nosso novo endereço é:
http://paginasete.wordpress.com/

Nos encontramos no Página 7, até lá!!!

A alegria das quatro estações

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Um homem morava no deserto e tinha quatro filhos ainda adolescentes e querendo que aprendessem a valiosa lição da não precipitação nos julgamentos mandou-os para uma terra onde havia muitas árvores, mas os enviou em diferentes épocas do ano, o primeiro filho foi no inverno, já o segundo na primavera, o terceiro no verão e o mais novo no outono.

Quando o último deles voltou, o pai os reuniu e pediu que relatassem o que tinham visto.

O primeiro filho disse que as árvores eram feias, meio curvadas, sem nenhum atrativo. O segundo discordou e disse que na verdade as árvores eram muito verdes e cheias de brotinhos, parecendo ter um bom futuro. O terceiro filho disse que eles estavam errados, porque elas ficavam repletas de flores com um aroma incrível e uma aparência maravilhosa. Já o mais novo disse que as árvores estavam cheio de vida e substância.

Aquele pai então explicou aos seus filhos adolescentes que todos estavam certos, pois, na verdade, eles viram as mesmas árvores em diferentes estações daquele mesmo ano.

O pai disse que não se pode julgar uma árvore ou uma pessoa por apenas uma estação ou uma fase da vida. Ele explicou que a essência do que elas são a alegria, o prazer, o amor, mas também as fases aparentemente ruins que vêm daquela vida só podem ser medidas no final da jornada  quando todas as  estações forem concluídas. Se você desistir quando chegar o inverno, você vai perder as promessas da primavera, a beleza do verão e a plenitude do outono.

Não permita que a dor de apenas uma “estação” destrua a alegria de todas as outras.
Não julgue a vida apenas por uma fase. Persevere em seus caminhos dificultosos e épocas melhores virão com certeza.
Viva de forma simples e ame generosamente, fale educadamente e deixe o restante com Deus.

A felicidade nos mantém doce. As dores nos mantêm humanos.
As quedas nos mantêm humildes. O sucesso mantém você brilhante.
As provações o mantém forte.

Talita Sant’Anna

Calças molhadas

Calças Molhadas

Cena acontece em uma sala da 3a série.

Há um menino de nove anos sentado na sua carteira e de repente há uma poça entre seus pés, e a parte dianteira de suas calças está molhada.

Ele pensa que seu coração vai parar porque não pode imaginar como isso aconteceu.

Nunca havia acontecido antes. Ele sabe que, quando os meninos descobrirem, nunca o deixarão em paz. E quando as meninas descobrirem, nunca mais falarão com ele enquanto viver.

O menino acredita que seu coração vai parar; abaixa a cabeça e faz esta oração:
”Querido Deus, isto é uma emergência! Eu necessito de ajuda agora! Mais cinco minutos e serei um menino morto”.

Levanta os olhos de sua oração e vê a professora chegando com um olhar que diz que foi descoberto. Enquanto a professora está andando até ele, uma colega chamada Susi está carregando um aquário cheio de água. Susi tropeça na frente da professora e despeja inexplicavelmente a água no colo do menino.

O menino finge estar irritado, mas ao mesmo tempo interiormente diz “Obrigado, Senhor! Obrigado, Senhor!”

De repente, em vez de ser objeto de ridículo, o menino é objeto de compaixão.
A professora desce apressadamente com ele e dá-lhe shorts de ginástica para vestir enquanto suas calças secam. Todas as outras crianças estão sobre suas mãos e joelhos limpando ao redor de sua carteira.

A compaixão é maravilhosa. Mas como tudo na vida, o ridículo que deveria ter sido dele foi transferido a outra pessoa – a Susi.

Ela tenta ajudar, mas dizem-lhe para sair. “Você já fez demais, sua desastrada!”

Finalmente, no fim do dia, enquanto estão esperando o ônibus, o menino caminha até Susi e lhe sussurra: “Você fez aquilo de propósito, não foi?”

E Susi lhe sussurra de volta: “Eu também molhei minha calça uma vez”.
Possa Deus nos ajudar a ver as oportunidades que sempre estão em torno de nós para fazer o bem.

Lembrem-se… Apenas ir à igreja não o faz um cristão, da mesma forma que ficar em sua garagem não o transforma em um carro. Cada um e todos nós estamos atravessando épocas difíceis agora, mas Deus está pronto para abençoar-nos de uma maneira que somente Ele pode fazer. Mantenha a fé.

Talita Sant’Anna